Dia de quem nasce e dia de quem morre
dia de zumbis perdidos pelas ruas da cidade grande
quem sabe onde estamos com a nossa vontade
quem sabe é quem se esconde no lixo da cidade
sucumba-se com os macacos
esconda-se dos novos ratos
a vida já não tem compassos
marcados pela mão dos fracos
que amava ningum que amava ninguem
Liberdade Brasileiros
A liberdade é por dentro!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Meio Benzido
Que o pão bento de cada dia lhe alimente
que o dia seja mais feliz que os dias
que a hora seja mais vivida que as vidas
que os olhos vejam mais do que já viram
o cheiro da cidade me faz fedido
e as vidas passadas, esquecido
as cores falham e nunca são iguais as do amigo
Grandes pintores pintaram o tempo enquanto corriam perigo
que o dia seja mais feliz que os dias
que a hora seja mais vivida que as vidas
que os olhos vejam mais do que já viram
o cheiro da cidade me faz fedido
e as vidas passadas, esquecido
as cores falham e nunca são iguais as do amigo
Grandes pintores pintaram o tempo enquanto corriam perigo
segunda-feira, 14 de março de 2011
nunca em vão
Felizes como dias que sobem
não nem nunca pertenceu a ninguém
vive em rica solidão
calma alma e coração
pertence apenas a glórias
estória histórias poesia chicórias
ao ponto espera torrar
na vida só pode voar
é brecha que a vida nos traz
fiasco de brilho que a luz deixou
por anjos banidos sopradas
cantadas até por bandidos
no brasil ta deixada pra trás
quem leva pra sempre até me impressiona.
o próximo verso dirá do amor
e do que mais for bom pro autor
Feliz dia da poesia!
é nois que voa!
não nem nunca pertenceu a ninguém
vive em rica solidão
calma alma e coração
pertence apenas a glórias
estória histórias poesia chicórias
ao ponto espera torrar
na vida só pode voar
é brecha que a vida nos traz
fiasco de brilho que a luz deixou
por anjos banidos sopradas
cantadas até por bandidos
no brasil ta deixada pra trás
quem leva pra sempre até me impressiona.
o próximo verso dirá do amor
e do que mais for bom pro autor
Feliz dia da poesia!
é nois que voa!
domingo, 6 de março de 2011
Viagens
Uma idéia na cabeça e sem nada no bolso
Só esperando que na vida algo aconteça e de repente tudo começa de novo
Tudo que foi deixado para trás, nessa jornada infinita de curta duração
E no coração as mais doces lembranças de uma vida inteira
Do que ficou, do que já foi e do que ainda será.
A distancia ínfima para um click são muitas milhas distantes de um coração
O que é a distancia além de espaço?
O tempo, doce tempo que num temporal desaba o céu em nossas cabeças
E num tempo de paz o tédio predomina
No caos de tudo, o nada não passa de uma idéia ilusória de um momento perpetuo
Nada adianta, se nada se faz,
E então nada se tem
Nada acontece
Nada morre, porque nada, nada se cria.
Bagagens de vida, presas na alfândega,
Naquele avião se vai meus sonhos, alegrias e esperanças
E num outro vou eu com novas idéias e idéias, confiança? Talvez.
Deixo parte de mim em você,
Um dia, quem sabe, agente se vê.
Conilho White
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Pessoas
E aqui nós vamos, em cidades de pessoas que não vão.
Gaivotas nunca chegam as nove em musicas de dois acordes
Lembranças grisalhas e novas vontades
E todas horas que tu me diz não.
Luzes correm em toda direção
Noite após noite
Sem lutas, mudando de cor
Você salvou o mundo e disse ser a melhor
Reze quando chegar ao céu
Não se lembre de hoje
Sem corpos
Sem caso sem roupa e paixão
Não quer lembrar do seu jeito
Os anjos não cantarolaram
Estrelas em solos tocaram
Sons ocultos no peito
E lá corações descansavam
Sem forma loucura ou miragem
Amigos que não desumanos
Helenas de tão intocadas
Liberdade a coisas paradas
Que ocupam muitos espaços
Sem caminho entre os passos
Pacatos cidades boiadas
Passando por onde caminham
Todo dia com pressa
Por tantos aceleram
Que acho que não interessam
Em cima da cama um véu
Louco, sem gato e sapato
Fogo e fumaça. No mato
Pessoas que fogem vão pro céu.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Aqui na terra
Aqui na terra
Preciso de cebolas pra me fazer chorar
O mundo me deixou frio e agora não quero conversar
Meu choro é a busca de sinceridade
É a busca de um papo sério com a vida
A tristeza não traz infelicidade pra quem sabe ser triste às vezes
A felicidade não se confunde quando tem que ir embora
A cidade não se lembra ou quer saber quem nasceu aqui
A cidade não se faz e sempre está triste.
As vidas fazem a cidade que é feita pelas vidas.
A cidade é suja pelas vidas que sujaram.
A cidade é assustada pelos pesadelos sonhados
Pelas barcas do inferno dirigidas por humanos fracassados
Que culpa tem os homens de nascer sem os colhões
Ou as mulheres de permitir situações.
O sistema solar que rege os corações
Não é o mesmo que faz conexões.
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